Simulador de monitores e da curva pressão–volume

Laboratório de simulação · hemodinâmica· atualizado em setembro de 2026

Um paciente simulado, lido ao mesmo tempo em 3 monitores de beira de leito e na alça pressão–volume do ventrículo esquerdo. Você escolhe o choque, aplica volume e drogas vasoativas e vê cada número e cada curva responderem batimento a batimento — o treino de hemodinâmica que a prova do TEMI cobra e que livro nenhum mostra em movimento.

Laboratório · intervenção em cursoao vivo
HemoSphere · Swan-Ganz10:00 · SC 1,80 m²
Simulação · caso: choque séptico
ECG II · ART

MAP

5883

mmHg

CI

4.43.6

L/min/m²

SVRI

9451 364

dyn·s·cm⁻⁵·m²

Sem intervenção · lactato 4,1 Noradrenalina 0,3 µg/kg/min + 500 mL
Alça pressão–volume do VEejeção · 112 bpm
EDV 172VS 76FE 44%Ea/Ees 0,9

Por que treinar monitor, e não só ler sobre ele

Hemodinâmica e choque é um dos dois eixos que mais pesam na prova teórica do TEMI, e a prova prática cobra leitura de monitor em estação. A questão típica entrega um conjunto de números — débito cardíaco, resistência vascular, pressão de oclusão, saturação venosa — e pede o diagnóstico ou a conduta. Quem só decorou a tabela dos choques trava quando um valor foge do padrão; quem viu o monitor mudar com a própria intervenção entende o mecanismo.

Ver quanto hemodinâmica pesou em cada prova

Os três monitores

MonitorO que você lê nele
HemoSphere (FloTrac e Swan-Ganz)DC/IC, VS/IVS, RVS/IRVS, VVS e VPP, SvO₂; tela fisiológica com pulmão, coração e circulação; oximetria cerebral ForeSight (StO₂)
Estação Swan-GanzCurvas de átrio direito, ventrículo direito, artéria pulmonar e pressão de oclusão (PAOP), com a morfologia típica de cada uma; termodiluição
PulsioFlex / PiCCOTermodiluição transpulmonar: GEDI, ELWI (água pulmonar), PVPI, GEF, CFI e a tela OrganView

O mesmo caso aparece nos três, com os parâmetros coerentes entre si. Toda sigla tem, logo abaixo da tela, o que ela mede, o valor de referência e o que significa na beira do leito. No modo Explorar, você mesmo altera os parâmetros e a tela inteira se reorganiza.

5 tipos de choque, com a assinatura de cada um

CenárioAssinatura hemodinâmica
Choque distributivo (séptico)DC alto ou normal, RVS baixa, pressões de enchimento baixas, SvO₂ normal ou alta
Choque cardiogênicoDC baixo, RVS alta, PAOP e PVC altas, SvO₂ baixa; alça PV deslocada para a direita, com Ees reduzida
Choque hipovolêmicoDC baixo, RVS alta, pressões de enchimento baixas, VVS/VPP elevadas
Tromboembolismo pulmonarPressão de artéria pulmonar e de câmaras direitas altas, PAOP normal ou baixa, DC baixo
Tamponamento cardíacoEqualização das pressões diastólicas, descenso y apagado na curva de átrio direito, DC baixo

No modo Identificar o diagnóstico fica oculto: o monitor mostra, você responde, e a correção explica o que separava as alternativas.

Intervenções e a alça pressão–volume

Na aba de intervenções você titula volume, noradrenalina, dobutamina e nitroprussiato em dose contínua — sem teto, de propósito, para poder exagerar e ver o que acontece: a PAOP sobe, a água pulmonar aumenta e o pulmão do monitor se enche, a saturação venosa responde.

Ao lado, a alça pressão–volume do ventrículo esquerdo se desenha a cada batimento, na frequência cardíaca do caso, com a alça basal ao fundo para comparar. Estão ali a elastância sistólica final (Ees, a contratilidade), a elastância arterial (Ea, a pós-carga), a relação pressão–volume diastólica final (EDPVR, a complacência) e o acoplamento ventrículo-arterial (Ea/Ees). Passando o cursor sobre a alça, cada trecho diz o que é — contração isovolumétrica, abertura da valva aórtica, ejeção, relaxamento, enchimento — e um glossário traduz cada sigla para a prática clínica.

A biblioteca que vai junto

O laboratório fica na área de Revisão, ao lado de 77 fichas de scores e tabelas que caem na prova — Killip, SCAI, Wells, Genebra, PESI, Child-Pugh, MELD, Ranson, BISAP, Fisher, Hunt-Hess, NIHSS, MASCC, ISTH e outros — cada uma com os critérios, a leitura, as armadilhas e a fonte.

É simulação didática para estudo. Não é dispositivo médico, não reproduz o software dos fabricantes e não orienta conduta em paciente real.

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O que perguntam sobre o simulador.

Sobre o laboratório · 5 respostas

Não achou a sua? Escreva — quem responde é um intensivista titulado, não um atendimento.

verticequest@gmail.com

É um simulador didático em que um paciente é lido ao mesmo tempo em 3 monitores — HemoSphere, Swan-Ganz e PulsioFlex/PiCCO — e na alça pressão–volume do ventrículo esquerdo. São 5 cenários de choque: distributivo, cardiogênico, hipovolêmico, tromboembolismo pulmonar e tamponamento.

Dá. Você titula volume, noradrenalina, dobutamina e nitroprussiato em dose contínua e vê o monitor e a curva pressão–volume mudarem juntos. As doses não têm teto de propósito: exagerar mostra a PAOP subindo, a água pulmonar aumentando e a saturação venosa respondendo.

A alça do ventrículo esquerdo desenhada a cada batimento, com a elastância sistólica final (Ees, contratilidade), a elastância arterial (Ea, pós-carga), a relação pressão–volume diastólica final (EDPVR, complacência) e o acoplamento ventrículo-arterial (Ea/Ees). Cada trecho da alça é identificado ao passar o cursor, e um glossário explica cada sigla na prática clínica.

Hemodinâmica e choque é um dos dois temas que mais pesam na prova teórica: 73 questões nas seis provas de 2020 a 2025. A leitura de monitor, de curvas de Swan-Ganz e dos parâmetros de termodiluição aparece tanto na teórica quanto nas estações da prova prática.

Não. É simulação para estudo: não é dispositivo médico, não reproduz o software dos fabricantes e não orienta conduta em paciente real.

Choque se aprende mexendo.

Abra o laboratório e titule a primeira droga.

Até a primeira etapa

50dias
23horas
44min
30seg
900+
questões comentadas
122
desafios de prova prática